Archive for Maio, 2008

Museu Exploratório recebe professor da Universidade do Nebraska

A tenda da NanoAventura, programa do Museu Exploratório de Ciências da Unicamp, foi palco na última quinta-feira, dia 29, de uma verdadeira aula sobre como potencializar o aprendizado e turbinar a memória. Convidado do mês do projeto Seminários ao Pôr-do-sol, Ron Bonnstetter, professor de educação em ciências na Universidade do Nebraska, apresentou diversas dicas de como utilizar o cérebro a nosso favor na hora do estudo.

Bonnstetter acredita que entender como nosso cérebro funciona é fundamental na hora do aprendizado. Por isso, sua palestra começou com uma breve explanação sobre as funções das distintas partes do órgão. “O cérebro pesa o equivalente a cerca de 2% do nosso corpo, mas consome 20% da energia”, lembrou o professor.

Antes de iniciar a segunda parte de sua apresentação, Bonnstetter pediu que as pessoas presentes na palestra aproveitassem um breve intervalo para levantar e movimentar um pouco o corpo. No rol de recomendações para facilitar o aprendizado feitas pelo professor quando retomou a palestra, foi justamente essa a primeira: levantar-se. Segundo ele, o simples fato de se levantar após um período sentado aumenta em 15% a circulação de oxigênio no cérebro, o que certamente ajuda a melhorar seu funcionamento e a garantir um bom nível de atenção.

Outras dicas dadas, sempre com muito bom humor, foram consumir muita água e alimentar-se bem. “Frutas e legumes são o alimento para o cérebro”, pontuou o professor. O sono também foi apontado como fundamental no processo de aprendizagem. É enquanto dormimos que o cérebro processa tudo o que aprendemos ao longo do dia. Por isso, uma boa dica é repassar, pouco antes de dormir, aquilo que consideramos fundamental memorizar. Além disso, adultos devem dormir sete horas por dia, valor que aumenta quanto mais jovem é a pessoa.

A luz do sol apareceu na fala de Bonnstetter como uma grande aliada dos estudos, ao contrário de bebidas alcoólicas e drogas que, segundo ele, matam os neurônios desprotegidos dos adolescentes. “Jovens não entendem porquê não podem beber antes dos 18 anos. Devemos explicá-los que a bainha de mielina que envolve parte do neurônio só desenvolve-se completamente entre os 20 e 25 anos”, frisou. Outro vilão é a cafeína, que também deve ser evitada, principalmente até os doze anos de idade.

“Infelizmente, as escolas não estão organizadas de acordo com o funcionamento do cérebro”, afirmou Bonnestetter, lembrando que em muitas delas predomina a iluminação artificial e as aulas começam muito cedo em comparação ao horário natural de atenção dos adolescentes. Regras como não comer ou beber em sala e manter-se sentado durante a aula tampouco estão de acordo com as necessidades do nosso cérebro.

:: Marina Mezzacappa ::

Add comment 31 Maio 2008

Museu de Astronomia leva química para a cozinha

Crianças aprendem sobre ciência no mais popular dos laboratórios. Entrada é franca

Neste domingo, 1º de junho, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast) convida o público infantil a aprender sobre ciência no mais popular dos laboratórios: a cozinha.

Em um clima informal, crianças e adultos prepararam juntos diferentes receitas, ao mesmo tempo em que conhecem conceitos de biologia, química e física. A atividade começa às 16h e a entrada é gratuita. O Mast fica na Rua General Bruce, 586, São Cristóvão.

Neste mês, serão desvendados alguns mistérios de um velho conhecido dos brasileiros: o pão. As lições serão variadas, desde explicações sobre o valor nutritivo da iguaria, até o porquê fermentos fazem o pão crescer. Tudo o que é preparado é comido pelas próprias crianças. O “Cozinhando com a Química” acontece sempre no 1° domingo do mês.

A programação de final de semana no Mast não pára por aí. Um dia antes, no sábado (31), um Planetário Inflável estará à disposição dos visitantes. A cúpula projeta a simulação de uma noite estrelada, o que permite ao público aprender sobre o céu e seus movimentos. O evento começa às 16h e a entrada é gratuita.

Com 3,2 metros de altura e 6,4 metros de diâmetro, o planetário comporta até 30 pessoas em cada apresentação. O objetivo da atividade é explicar como funciona a dinâmica dos movimentos celestes, além de apresentar os planetas do sistema solar e a mitologia grega associada às constelações. A observação na cúpula inflável acontece todos os 4º e 5º sábados do mês.

Ainda no sábado, logo após a simulação na cúpula inflável, é hora de observar o céu “de verdade”. A partir das 17h30, o público conhece galáxias, estrelas e planetas através de telescópios e lunetas. A entrada também é franca. A observação do céu desenvolve-se em duas partes. A primeira prepara o público através da projeção de vídeos com temas astronômicos. Na segunda, os visitantes vão para a área externa do Museu e observam, através de grandes telescópios, uma série de astros, como aglomerados de estrelas, nebulosas, estrelas duplas, planetas e a Lua. Um astrônomo ou monitor especializado conduz a observação e esclarece dúvidas. A observação é realizada todas as quartas e sábados, sempre de 17h30 às 20h.

* Jornal da Ciência (Assessoria de Comunicação do Mast)

Add comment 30 Maio 2008

Museu de Duque de Caxias será o maior em ciência interativa do RJ

Obras estarão concluídas em dezembro de 2009 e o orçamento é estimado em R$ 9 milhões

O Museu da Ciência e da Vida, em fase de construção, será o maior museu de ciência interativa do Estado do Rio de Janeiro, no lugar do antigo Fórum de Caxias, no município de Duque de Caxias. As obras estarão concluídas em dezembro de 2009 e o orçamento é estimado em R$ 9 milhões.

O projeto foi idealizado pela Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, em parceria com a Fundação Centro de Ciências e Educação a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj).

Nos quatro andares do empreendimento, haverá ambientes virtuais e equipamentos de alta tecnologia, para tornar o museu referência como fonte de pesquisa e inovação tecnológica. Em texto da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, o secretário Alexandre Cardoso afirmou que o objetivo é popularizar a cultura científica para a toda a população, mostrando aos jovens o que eles aprendem em sala de aula, porém na prática.

No primeiro andar, será instalado um aquário, que mostrará a vida no fundo da Baía de Guanabara. No segundo piso, os visitantes poderão ver o Ciclo das Águas, o caminho feito por uma gota de água, da chuva à evaporação. Uma réplica humana em tamanho natural que mostra detalhes da anatomia ficará exposta no terceiro andar. Já no último andar, uma mini-refinaria demonstrará como o petróleo é transformado em combustível.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Petrobras darão consultoria e ficarão responsáveis, respectivamente, pelos setores do corpo humano e energia do museu.

Informações sobre o museu podem ser obtidas no site http://www.governo.rj.gov.br.

* Jornal da Ciência (Com informações da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro)

Add comment 28 Maio 2008

Ciência e Público na Internet

O primeiro livro da coleção Terra Incógnita, cuja primeira edição se encontra esgotada, está disponível agora na Internet.

Ciência e Público: caminhos da divulgação científica no Brasil é uma coletânea de artigos, entrevistas e depoimentos que discutem diferentes meios e instrumentos utilizados para popularizar a ciência, entre eles os jornais, a literatura infantil, a televisão, o rádio, o teatro, os desenhos animados e as exposições.

A série Terra Incógnita, que conta com três outros títulos, visa estimular a reflexão sobre o significado atual da divulgação científica, explorando diferentes temas e enfoques.

Trata-se de uma iniciativa da Casa da Ciência/UFRJ, em parceria com o Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz.

Os textos estão disponíveis no site da Casa da Ciência.

* Ciência & Sociedade número 120, informativo do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida

Add comment 27 Maio 2008

Museus de ciências ampliam reflexão sobre interface com o público

Central no funcionamento de museus e centros de ciências, o trabalho do mediador, pessoa que realiza a interface entre a instituição e seus públicos externos, vem ganhando destaque nos últimos anos. Dois mil e oito aparece como um ano emblemático nesse processo, com a publicação de livros e a realização de cursos e encontros abordando a temática.

“A mediação determina como a informação vai ser divulgada e apreendida. O mediador é a voz da instituição”, explica Martha Marandino, coordenadora do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Não Formal e Divulgação em Ciência (Geenf), da Universidade de São Paulo (USP). Apesar da crescente importância atribuída ao trabalho dos mediadores, falta investimento em formação. “Sabemos que a formação dos monitores ainda é pouco explorada, apesar de já haver algumas iniciativas, principalmente nos próprios museus”, afirma.

Buscando suprir essa lacuna, Marandino organizou o livro Educação em museus: a mediação em foco, lançado em abril e disponível no site do Geenf na Internet. Ele traz reflexões sobre as dimensões educativas e comunicacionais dos museus e sobre o papel dos mediadores, além de propor atividades que podem ser utilizadas na formação desses profissionais.

O livro também é usado como material de apoio em outra iniciativa do Geenf, um curso de difusão que leva o mesmo nome. A primeira edição do curso começou em 15 de abril e segue até 17 de junho, totalizando 48 horas de aulas teóricas e práticas. A demanda surpreendeu os organizadores, que pretendem agora levar o curso a outras cidades, mantendo como público-alvo monitores de museus, alunos de licenciatura em pedagogia e professores. “A grande procura pelo curso demonstra uma sensibilização sobre a importância da mediação e o anseio por formação”, avalia Marandino.

Outro grupo que tem se dedicado à reflexão sobre mediação é o do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), coordenado por Luisa Massarani. Em setembro de 2007, o Núcleo lançou o livro Diálogos & Ciência: Mediação em museus e centros de ciência em parceria com a Dotik (Treinamento Europeu para Jovens Cientistas e Monitores de Museus) e com o apoio da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC).

A publicação, também disponível para download gratuito, reúne concepções e estratégias de mediação em museus e centros de ciência de países como Portugal, México, Itália, França e Reino Unido, além do Brasil. “Percebemos que, muitas vezes, a mediação é feita de forma intuitiva e sem intercâmbio entre as instituições”, explica Massarani. “Por isso, procuramos criar espaços de compartilhamento de experiências e reflexão”, completa.

Um segundo volume do livro será lançado em setembro deste ano, simultaneamente a um evento sobre mediação que o Museu da Vida está organizando com outros parceiros, como o Geenf. Segundo Massarani, o evento acontecerá entre 1 e 6 de setembro no Rio de Janeiro, e trará convidados da Colômbia, Chile, Uruguai, México, Estados Unidos, Itália e Malásia. Gratuito e destinado a pessoas que trabalham ou se interessam por mediação, contará com palestras, mesas redondas e oficinas.

Experiências

A interface entre o museu e seu público é realizada através de estratégias como vídeos, computadores, áudio-guias e textos, mas a figura do profissional que se relaciona com o visitante é uma das principais formas de mediação. Nomenclaturas (monitor, educador, facilitador, mediador, entre outras) e concepções sobre seu papel são bem variadas. “Alguns museus tem a concepção de que a visita deve estar toda focada nesse profissional. Já outros, acreditam que essa figura do mediador não deve existir. Um terceiro grupo prega que o mediador intervenha quando for requisitado”, revela Massarani.

É o caso do Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. “Além de acompanhar a utilização dos experimentos da exposição, os estagiários são orientados a intervir somente quando o visitante solicita”, revela Emilio Jeckel Neto, diretor do museu. Para ele, a mediação tem importância fundamental para evitar que o visitante fique sem respostas para as suas dúvidas e para facilitar e induzir ao raciocínio científico na busca de novo conhecimento com a ajuda dos experimentos disponíveis. “Os estagiários não são meros ‘respondedores’ de perguntas, mas devem ajudar o visitante a encontrar uma resposta que leve ao aprendizado significativo do fenômeno ou princípio”, pontua Jeckel.

Massarani acredita que não existe uma fórmula pronta e única para a questão da mediação. “São necessárias estratégias diferentes de acordo com cada caso, cada necessidade, inclusive em um mesmo museu”, afirma. Públicos distintos, como alunos de escolas públicas ou visitantes com algum tipo de deficiência, requerem abordagens distintas. Da mesma forma, exposições e temas diversos pedem formas de mediação diferentes.

Já Marandino enfatiza a importância da formação dos mediadores. “Algumas instituições não vêem relevância na formação e outras não têm a estrutura para realizá-la, apesar de já podermos identificar mudanças e investimentos maiores nessa formação”, lembra. Além disso, muitos museus e centros de ciências trabalham apenas os conteúdos específicos de cada exposição com seus mediadores. Contudo, ela acredita que a mediação é um espaço de produção de conhecimentos nos campos da comunicação e da educação e, por isso, a formação dos profissionais requer reflexão sobre sua prática e aprofundamento em temas como os perfis de público, teorias de educação e de comunicação pública da ciência, entre outros.

A formação dos mediadores da Oficina Desafio, programa do Museu Exploratório de Ciência da Unicamp, procura seguir essa lógica. Lançada em 2006, a Oficina Desafio consiste em um caminhão, com bancadas, ferramentas e material, que vai às escolas e propõe problemas para serem solucionados através da criação de um aparato.

O curso de capacitação para os monitores dura cerca de 40 horas e é realizado ao longo de uma semana. Segundo Marcelo Firer, coordenador do programa, são dias muito intensos, nos quais os monitores recebem formação básica sobre a logística da atividade, procedimentos de segurança e uso das ferramentas, além de discutir questões pedagógicas, sobre como conduzir e intervir nas dinâmicas dos grupos. “A formação começa com os monitores participando do desafio e termina com eles organizando um desafio para alunos da rede de ensino e avaliando a atividade”, conta Firer.

Os especialistas apontam também a importância de cada instituição criar seu próprio repertório de mediações e diversificar o papel do mediador. “O trabalho do mediador não pode estar restrito ao contato com o público. Cabe a ele também pesquisar e avaliar os resultados do trabalho desenvolvido”, finaliza Marandino.

:: Marina Mezzacappa ::

* Texto publicado originalmente na revista eletrônica ComCiência, com informações adicionais sobre o Museu Exploratório de Ciências da Unicamp

Add comment 23 Maio 2008

Seminários ao Pôr-do-Sol: Ron Bonnstetter

Add comment 16 Maio 2008

“Museus de Ciência e Tecnologia: interpretações e ações dirigidas ao público”

Lançamento do livro “Museus de Ciência e Tecnologia: interpretações e ações dirigidas ao público”, organizado por Maria Esther Alvarez Valente

Nesta sexta-feira (16/5), às 17:30h, no Auditório do Mast

O Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast) e o Comitê Internacional de Museus de Ciência e Tecnologia (Cimuset) promovem o lançamento do livro: “Museus de Ciência e Tecnologia: interpretações e ações dirigidas ao público”. Organizada por Maria Esther Alvarez Valente, pesquisadora da Coordenação de Educação do Mast.

A publicação reúne as palestras apresentadas durante a 34a Conferência do Cimuset, realizada na sede do Instituto de Matemática Pura e Aplicada, no Rio de Janeiro, entre os dias 11 e 17 de setembro de 2006.

Durante a cerimônia de lançamento, será inaugurada uma exposição com as obras que ilustram o livro, feitas pelo artista plástico Ivo Almico. O livro contou com o apoio do Cimuset/Icom/Unesco.

O Auditório do Mast fica na rua General Bruce, nº 586, São Cristóvão. Fone: (21) 2580-7010.

* Jornal da Ciência

Add comment 15 Maio 2008

Grande Desafio 2008 convoca voluntários

O Museu Exploratório de Ciências da Unicamp está convidando voluntários interessados em participar como avaliadores do Grande Desafio 2008, um concurso entre alunos do ensino médio e fundamental que são desafiados a projetar, construir e operar um equipamento que inove a colheita de laranja.

A avaliação será realizada no dia 15 de junho, no Ginásio Multidisciplinar da Unicamp (GMU).

Os voluntários participarão também de um dia de treinamento (31 de maio ou 7 de junho). Os avaliadores receberão certificado de participação. Os interessados devem entrar em contato com o Museu pelo telefone 3521-1812 (Tamara) ou e-mail grandedesafio@reitoria.unicamp.br .

Add comment 14 Maio 2008

Editores apostam que jornais serão gratuitos no futuro

Estudo realizado pela Zogby International para o World Editors Fórum e a Reuters revela que editores dos mais importantes veículos de comunicação do mundo são otimistas quanto ao futuro das publicações nas quais trabalham, embora achem que elas terão que se adaptar à era digital. Eles acreditam que os jornais devem se tornar gratuitos e dar mais destaque a comentários e opiniões.

Quase 86% dos entrevistados disseram que suas redações precisam se integrar mais com serviços digitais – 60% deles acham que dentro de dez anos seus leitores serão na maioria internautas ou aqueles que usam celulares.

“A evolução do quarto poder não é mais questão de se, e sim de como. Os editores sabem a solução: inovar. Integrar. Ou perecer”, disse o pesquisador John Zogby.

Cinqüenta e seis por cento disseram que as noticias, impressas ou online, serão gratuitas no futuro. No ano passado, 48% apostavam nisso.

A maioria dos 704 editores ouvidos pela pesquisa vêem o número cada vez menor de jovens leitores de jornais impressos como ameaça à indústria.

Se pudessem, 30% deles contratariam mais jornalistas para dar conta dos novos desafios, enquanto 35% preferem treinar os profissionais que possuem para atuar na nova mídia. Sessenta por cento apostam que algumas funções editoriais tradicionais serão terceirizadas.

*Do Portal Comunique-se

Add comment 8 Maio 2008

Abertas as inscrições para as Bolsas Avina de Investigação Jornalística

Já estão abertas as inscrições para a segunda edição das Bolsas AVINA de Investigação Jornalística para o Desenvolvimento Sustentável, projeto da Fundação AVINA que tem como objetivo cooperar com os meios de comunicação e os profissionais da imprensa para a produção de investigações sobre temas relevantes na busca de modelos sustentáveis de desenvolvimento na América Latina.

São 6 categorias e temas:
Categoria: EQUIDADE / Tema: Inclusão Social
Categoria: GOVERNABILIDADE DEMOCRÁTICA/ Tema: Transparência
Categoria: GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS/ Tema: Mudança Climática
Categoria: DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL/ Tema: Negócios Inclusivos
Categoria: AMÉRICA LATINA / Tema: Integração
Categoria: ARTE E SOCIEDADE/ Tema: Educação (*)

(*) Em aliança com Daros Latinamerica (Daros Latinamerica é uma coleção de arte contemporânea com sede em Zurique, Suíça, que está implementando o projeto “Casa Daros” no Rio de Janeiro, uma plataforma de difusão e apreciação das artes contemporâneas em geral e da América Latina em particular, tendo como focos principais a arte, a educação e a comunicação).

Os valores para cada bolsa, por tipo de meio, são 6 mil dólares para TV e 4 mil dólares para jornais, revistas, internet, rádio e agências de imprensa. O total dos incentivos financeiros é de 250 mil dólares. Esperamos oferecer mais de 50 bolsas!

Quem pode se inscrever para uma bolsa?
Serão elegíveis as propostas apresentadas por repórteres, repórteres gráficos, jornalistas freelance, editores, chefes de redação ou editores executivos. Serão aceitos trabalhos de jornalistas que trabalhem ou colaborem com empresas de meios informativos e agências de notícias latino-americanas ou estrangeiras. Em todos os casos, a proposta deve ter como foco geográfico a América Latina.

Como se inscrever?
A informação relacionada às condições e procedimentos se encontra no website da AVINA: www.avina.net. O encerramento das inscrições ocorrerá no dia 1° de julho (terça-feira). Não deixe sua inscrição para última hora, pois o formulário de inscrição exige algum tempo para seu preenchimento!

AVINA e Organizações apoiadoras

Bolsas AVINA de Investigação Jornalística conta com o apoio da Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano (FNPI), Asociación de Periodistas Europeos (APE), Foro de Periodismo Argentino (Fopea), Sociedad Interamericana de Prensa (SIP), Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Instituto Prensa y Sociedad (Ipys), Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), Communication Initiative Latin America (CILA), Alianza de Comunicadores para el Desarrollo Sostenible (ComPlus), Reporters d´Espoirs e Knight Center for Journalism in the Americas.

AVINA tem como missão associar-se com líderes da sociedade civil e do empresariado em suas iniciativas para o desenvolvimento sustentável na América Latina.

Para mais informações, escreva para: becas@avina.net

* Do site da Abraji

Add comment 8 Maio 2008

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O blog Paralelas é um espaço de reflexão e de debate acerca de temas relacionados à comunicação, à ciência e à cultura, criado e alimentado pelos alunos do curso de especialização em jornalismo científico do Labjor/Unicamp

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