Archive for Abril, 2008

Informações em divulgação científica

Praticantes e interessados em divulgação e política científica ganharam um novo aliado: o Science policy and communication information – a directory (Informação em comunicação e política científica – um diretório, em português).

O site, uma iniciativa da bióloga e divulgadora de ciência do Reino Unido Gillian Pepper, divulga informações sobre as principais organizações nos campos da divulgação e da política científica, mídia e educação em ciência. Oferece ainda um calendário dos eventos mais relevantes nestas áreas.

Conheça o site em http://www.scienceandsociety.info/

* Ciência & Sociedade, informativo eletrônico do Centro de Estudos do Museu da Vida (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz).

Add comment 28 Abril 2008

Programa de Oncobiologia da UFRJ oferece curso de divulgação científica

Quando: de 12 a 16 de maio

Quem ministra: Claudia Jurberg, doutora em Educação, Gestão e Difusão em Biociências

Horário: das 9h às 12h

Local: Auditório da Biblioteca Central, Centro de Ciências da Saúde, UFRJ

Vagas: 15

Inscrições e informações: cjurberg@bioqmed.ufrj.br

Ementa do curso: Introdução à divulgação científica e às questões que envolvem a relação entre jornalistas e pesquisadores no processo da popularização da ciência. Reflexões sobre alguns aspectos históricos da divulgação científica e do jornalismo científico; debates baseados em textos sobre a popularização da ciência e as relações entre cientistas, jornalistas e a sociedade. Atividades interativas que envolvem estratégicas em divulgação científica. Produção de trabalhos baseado no conteúdo do curso.

* com informações do JC e-mail 3499, de 28 de Abril de 2008.

Add comment 28 Abril 2008

Novo livro sobre jornalismo científico na América Latina*

Já está disponível o livro que compila as memórias das “Jornadas Iberoamericanas sobre a ciência nos meios de massa: Os desafios e a avaliação do jornalismo científico na Ibero-América”, realizadas em Santa Cruz de La Sierra (Bolívia), entre os dias 30 de julho e 3 de agosto de 2007.

O livro foi publicado pelas instituições que organizaram as jornadas: a Agência Espanhola de Cooperação Internacional (AECI), o Programa Iberoamericano de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (CYTED) e a Rede Iberoamericana de Indicadores de Ciência e Tecnologia (RICYT/ CYTED), com o apoio do SciDev.Net (www.scidev.net), e da Organização dos Estados Americanos (OEA).

O objetivo principal das jornadas foi avaliar a situação atual do jornalismo científico na região. Participaram um total de 40 profissionais de meios de comunicação e instituições científicas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, México, Panamá, Peru, Uruguai e Venezuela.

Os responsáveis pela publicação foram Luisa Massarani (Scidev.net) e Carmelo Polino (RICYT), ambos também coordenadores das Jornadas.

Baixe aqui o livro.

(* traduzido do portal da Ricyt)

Add comment 24 Abril 2008

Fapesp abre seleção pública de apoio a atividades de museus de ciências

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) lançou no último dia 18 uma chamada de propostas visando apoiar atividades de pesquisa em museus e centros de ciências do estado de São Paulo.

O objeto da Fapesp e de sua parceira na iniciativa, a Fundação Vitae, é proporcionar a instalação e o fortalecimento desses espaços por meio da produção, aprimoramento e desenvolvimento de atividades educacionais e de disseminação científica.

A chamada abrange propostas de instalação ou aprimoramento de laboratórios, bibliotecas e outros ambientes de apoio programático; de treinamento de profissionais; de produção e divulgação de materiais de apoio; e de produção de exposições sobre ciência e tecnologia.

O prazo para o envio das propostas termina no dia 18 de julho e os resultados serão divulgados no dia três de novembro. Podem apresentar projetos pesquisadores de instituições de ensino superior e de pesquisa de todo o estado, desde que contem com a participação de um museu ou centro de ciências.

Oito propostas devem ser contempladas, totalizando R$ 1,64 milhão. Para a primeira fase, com duração de três meses, cada proposta pode pleitear até R$ 20 mil destinados a formação da equipe e realização dos estudos de viabilidade do projeto.

A segunda fase, que não tem limite de orçamento proposto, está condicionada à análise do relatório de progresso da primeira fase e pode durar até 24 meses, nos quais o projeto será executado. Por fim, a terceira fase corresponde à implantação da proposta e deve ser financiada pelo próprio museu ou centro de ciências.

A análise das propostas enviadas à Fapesp levará em consideração, entre outros itens, a clareza dos objetivos, a relevância e o mérito educacional da atividade de divulgação científica para a comunidade, além da qualificação e competência da equipe responsável por sua execução.

Para mais informações, acesse o site da Fapesp.

:: Marina Mezzacappa ::

Add comment 22 Abril 2008

Grande Desafio realiza dia de testes de equipamentos

No próximo sábado, dia 26 de abril, o Museu Exploratório de Ciências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) recebe pela primeira vez os participantes do Grande Desafio 2008. Nesse dia, as equipes já inscritas na atividade poderão testar na arena oficial os equipamentos que estão desenvolvendo para encarar o desafio lançado: inovar na colheita de laranjas.

Em sua segunda edição, o Grande Desafio é uma atividade anual do projeto Oficina Desafio, que visita as escolas propondo “pequenos desafios” para serem solucionados em apenas um dia. A atividade instiga alunos de todas as idades e partes do país a projetar, construir e operar um artefato desenvolvido em resposta a um desafio proposto.

A equipe de cientistas e educadores responsável pela atividade tem como objetivo incentivar a aplicação prática de conhecimentos apreendidos na escola e no cotidiano e também estimular o trabalho em equipe e a criatividade.

Os interessados formam grupos de duas a seis pessoas e, com a supervisão de um orientador da equipe (pai, professor ou colega mais velho), realizam todas as etapas do projeto, desde a definição da proposta, passando pela construção do artefato, sua operação e avaliação, até a implementação de possíveis melhorias.

A primeira edição do Grande Desafio foi realizada em 2007 e contou com a participação de cerca de 60 equipes de todo o estado de São Paulo. O desafio proposto era conter o fogo em uma floresta e a equipe vencedora, a Sybots, do Colégio Oswaldo Cruz (COC) de Ourinhos, recebeu como prêmio o direito de batizar o asteróide 12367, descoberto em 1994 pelo astrofísico venezuelano Orlando Naranjo.

Abertas desde o dia três de março, as inscrições para esta edição do Grande Desafio seguem até o dia oito de junho. Até lá, estão programados outros três dias de testes: 24 e 31 de maio e sete de junho. Os testes acontecem sempre das 9h às 17h no próprio espaço do Museu.

Há quatro categorias disponíveis este ano (Fundamental I e II, Médio e Livre), equivalentes a maior escolaridade dentre os integrantes da equipe. A categoria livre está aberta a todos os interessados, sem restrições de idade ou escolaridade. A atividade tem o custo de R$ 10 por equipe para escolas públicas e R$ 30 para escolas particulares.

O Grande Dia, quando os projetos serão apresentados, avaliados e premiados, está marcado para o dia 15 de junho. Nesse dia, todas as equipes se reúnem no Ginásio Multidisciplinar da Unicamp e concorrem a prêmios em categorias como melhor solução, melhor metodologia, melhor espírito de equipe e construção mais bonita, entre outras.

As inscrições para o Grande Desafio 2008 devem ser feitas através do site do Museu. Para mais informações, consulte o manual do Grande Desafio 2008. Dúvidas podem ser esclarecidas através do e-mail grandedesafio@reitoria.unicamp.br ou por telefone nos números (19) 3521-4940 ou (19) 9685-1428.

:: Marina Mezzacappa ::

Add comment 21 Abril 2008

Valor reduzido para SBPC vai até o dia 30 de abril

A redução no valor das inscrições para a 60ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) vai até 30 de abril. Os interessados em participar da reunião, que acontecerá entre os dias 13 e 18 de julho na Universidade Estadual de Campinas(Unicamp), podem buscar mais informações no site local do evento http://www.sbpc2008.unicamp.br. O tema deste ano é Energia, Ambiente e Tecnologia.

Além da Programação Científica, com mais de 200 atividades – entre conferências, simpósios, sessões especiais, concursos e entregas de prêmios – a 60ª Reunião Anual trará para o campus do distrito campineiro de Barão Geraldo, entre outros, a SBPC Jovem (voltada para estudantes do ensino básico), a SBPC Cultural (com manifestações de artistas da região), a ExpoT&C (com estandes de empresas e instituições ligadas à Tecnologia e Ciência) e a Feira do Livro.

Nesta edição comemorativa de 60 anos, em que a SBPC retorna a Campinas, palco da 1ª reunião da entidade, a Unicamp, por meio de comissões coordenadas pelos professores Eduardo Guimarães e Marcelo Knobel, está montando uma grande estrutura que envolve tanto a comunidade acadêmica quanto a Prefeitura e empresas campineiras. Para o evento é esperado um público de 15 mil visitantes.

Aqueles que desejarem contribuir com a reunião das mais distintas formas, quer oferecendo atividades para a SBPC Jovem, fazendo apresentações culturais, participando da Feira de Artesanato ou se inscrevendo para o voluntariado, poderão, além de se informar no site, falar diretamente com a comissão organizadora pelo telefone 19-3521-4091.

:: Adriana Lima ::

1 comment 17 Abril 2008

Seminários ao Pôr-do-sol

Palestrante

Octavio Henrique de Oliveira Pavan

Biólogo, Professor Convidado do Departamento de Genética e Evolução, Livre Docência em Genética Molecular de Vírus, organizador de Olimpíadas locais, municipais e nacionais com Jogos (Ensino Médio e Fundamental) em 17 Estados brasileiros com a participação de Universidades e Centros de Pesquisa, duas mil escolas públicas e mais de 2 milhões de estudantes.

Tema

A atividade escolar formal, rígida e massificada transformo o estudar num pesadelo de todas as idades. Uma breve observação no reino animal, por outro lado, nos mostra que entre nossos colegas mamíferos uma das principais formas de aprendizado é o brincar. O uso de jogos no ensino ou no treinamento transforma a atividade de estudar em algo emocionante, mas pricipalmente prazeiroso. Uma vez que o estudante passa a entender o estudar como algo que lhe dê prazer, ocorre uma mudança que não tem mais volta: um estudante viciado na procura do saber.

* Os participantes receberão certificados

DATA
24 de Abril de 2008 – Quinta Feira

HORÁRIO
17h00

LOCAL
Tenda da Nano Aventura – Sede do Museu
Estrada Municipal Unicamp/Telebras, Km 1, s/n

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES
Até 24 de Abril
http://www.mc.unicamp.br/seminarios
comunicacao_mc@reitoria.unicamp.br
19-3521-1729

museu-email

Add comment 15 Abril 2008

Febrace é tema de palestra do Museu Exploratório de Ciências da Unicamp

Roseli de Deus Lopes esteve em Campinas para relatar sua experiência como coordenadora da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia. Organizada pela USP, a sexta edição da feira aconteceu entre os dias 11 e 13 de março e contou com 260 projetos de 24 estados

Dando continuidade ao projeto Seminários ao pôr-do-sol, o Museu Exploratório de Ciências da Unicamp recebeu no dia 27 de março Roseli de Deus Lopes, professora da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e coordenadora da Febrace, Feira Brasileira de Ciências e Engenharia. Roseli esteve em Campinas para compartilhar um pouco de sua experiência na organização da feira e de seu entusiasmo com iniciativas de divulgação das ciências.

A sexta edição da Febrace, realizada entre os dias 11 e 13 de março na USP, contou com 260 projetos de 24 estados da federação. Os números demonstram o crescimento do evento, que, em sua primeira edição, teve 93 projetos selecionados entre os 150 enviados, perfazendo 13 estados.

Segundo Roseli, um dos principais intuitos da feira é estimular vocações. “Nosso objetivo é incentivar as escolas a darem espaço para que seus alunos desenvolvam projetos investigativos”, explica. Destinada a alunos do último ano do ensino fundamental e do ensino médio e técnico, a Febrace não é uma feira de ciências como as de antigamente, em que os alunos apenas reproduziam experimentos e conhecimentos já existentes. Segundo Roseli, ao contrário, ela visa a inovação e a criação de soluções para problemas e questões levantadas pelos próprios participantes em seu cotidiano.

A feira incentiva práticas inerentes ao fazer científico, como a confecção de um diário com registro de todas as fases de realização do projeto, bem como a redação de um relatório. “Desde 2003, temos notado um salto de qualidade. Muitos professores passaram a introduzir essas estratégias em sala de aula”, diz. Roseli acredita também que é indispensável passar uma mensagem de determinação aos alunos. “O mais importante nessa faixa etária é o processo, é o jovem aprender que ele pode fazer coisas, gerar conhecimento”, analisa.

Para os organizadores da feira, a avaliação é fundamental para gerar um aumento na qualidade dos projetos. “A avaliação, quando bem feita, provoca um efeito de retroalimentação positiva. A presença do avaliador discutindo com esses jovens, trazendo uma crítica construtiva, provoca grandes transformações neles”, avalia Roseli. Ela considera que a busca por patrocínio para que os alunos possam trazer seus projetos para São Paulo também é benéfica, na medida em que os jovens se fazem conhecer e divulgam suas criações nas suas cidades, além de despertar o interesse científico em outros jovens.

Na opinião de Roseli, o professor tem que ser o provocador do aprendizado e do interesse pela ciência. “A gente tem que passar a mensagem de que não é para ele fazer pelo aluno, nem subestimar a capacidade do aluno. Do mesmo jeito, não podemos subestimar a capacidade dos nossos professores”, resume.

Roseli aproveitou para ressaltar que uma das principais dificuldades enfrentadas para a realização da Febrace é a capitação de recursos. Por outro lado, frisou a importância da divulgação do projeto por algumas emissoras de TV. “No dia em que nosso comercial de 27 segundos passa na televisão, temos um pico de acesso ao site e o nosso telefone não pára de tocar”, revela. Para ela, a televisão é uma ferramenta importante de divulgação da ciência e tecnologia. “Precisamos brigar muito por espaço na mídia, principalmente televisiva, para inverter o pensamento atual, mostrando que estudar é muito bom e pode ser muito divertido”, afirma.

Para ela, projetos voltados para o público jovem são muito importantes. “Iniciativas como a Oficina Desafio e a NanoAventura tem que existir em cada esquina”, diz, referindo-se às duas atividades do Museu Exploratório da Unicamp. Roseli aproveitou o encontro para propor a realização de uma feira paulista de ciências, em um esforço conjunto da USP, Unicamp e Unesp. “Para os jovens, poder apresentar seus trabalhos dentro da universidade não tem preço”, finaliza.

Saiba mais

Confira fotos do seminário

Acesse o site da Febrace

Veja a chamada veiculada na TV sobre a Febrace

Conheça alguns dos projetos que participaram da sexta edição da feira

:: Marina Mezzacappa ::

Add comment 6 Abril 2008

Derrota dos céticos

A matéria abaixo foi publicada hoje (3 de abril) pelo site da BBC. A pesquisa tenta derrubar o argumento preferido dos “céticos” sobre o aquecimento global: de que a causa seria natural – a atividade solar — e não provocada pela ação do ser humano.

Ricardo Brandau

Cientistas britânicos produziram novas e convincentes provas de que a mudança climática atual não é causada por mudanças na atividade solar.

A pesquisa contradiz a teoria favorita dos “céticos” do aquecimento global, segundo a qual raios cósmicos vindos para a Terra – e não as emissões de carbono – determinam a quantidade de nuvens no céu e a temperatura no planeta.

A idéia é que variações na atividade solar afetam a intensidade dos raios cósmicos, mas cientistas da Universidade de Lancaster descobriram que não houve nenhuma relação significativa entre as duas variáveis nos últimos 20 anos.

Apresentando suas descobertas na revista científica Environmental Research Letters, a equipe britânica explicou que foram usadas três diferentes maneiras para procurar uma correlação, e praticamente nenhuma foi encontrada.

Esta é a mais recente prova a colocar sob intensa pressão a teoria dos raios cósmicos, desenvolvida pelo cientista dinamarquês Henrik Svensmark, do Centro Espacial Nacional da Dinamarca.

As idéias defendidas por Svensmark formaram o principal argumento do documentário The Great Global Warming Swindle (A Grande Fraude do Aquecimento Global, em tradução livre), exibido pela televisão britânica, que intensificou os debates sobre as causas das mudanças climáticas atuais.

Caminho errado

“Começamos este jogo por causa do trabalho de Svensmark”, disse Terry Sloan, da Universidade de Lancaster.

“Se ele está certo, então estamos no caminho errado tomando todas essas medidas caras para cortar as emissões de carbono; se ele está certo, podemos continuar a emitir carbono normalmente.”

Os raios cósmicos são refletidos da superfície da Terra pelo campo magnético do planeta e pelo vento solar – correntes de partículas eletricamente carregadas vindas do Sol.

A hipótese de Svensmark é que, quando o vento solar está fraco, mais raios cósmicos penetram na atmosfera, o que aumenta a formação de nuvens e esfria o planeta. Quando os raios solares estão mais fortes, a temperatura na Terra sobe.

A equipe de Terry Sloan estudou essa relação analisando partes do planeta e períodos de tempo em que se registraram a chegada forte ou fraca de raios cósmicos. Eles então verificaram se isso afetou a formação de nuvens nesses locais e nesses momentos e não encontraram nada.

No curso de um dos ciclos naturais de 11 anos do Sol, houve uma frágil correlação entre a intensidade dos raios cósmicos e a quantidade de nuvens no céu. Mesmo assim, a variação dos raios cósmicos explicaria apenas um quarto das mudanças nas nuvens.

No ciclo seguinte, nenhuma relação foi encontrada.

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), em sua vasta avaliação sobre a questão feita no ano passado, concluiu que desde que as temperaturas começaram a aumentar rapidamente nos anos 70, os gases de efeito estufa produzidos pelo homem tiveram um peso 13 vezes maior no aquecimento global que a variação da atividade solar.

“Tentamos corroborar a hipótese de Svensmark, mas não conseguimos. Até onde podemos constatar, ele não tem nenhuma razão para desafiar o IPCC – o IPCC está certo. Então, é melhor continuarmos a cortar as emissões de carbono”, disse Terry Sloan.

Add comment 3 Abril 2008


Paralelas

O blog Paralelas é um espaço de reflexão e de debate acerca de temas relacionados à comunicação, à ciência e à cultura, criado e alimentado pelos alunos do curso de especialização em jornalismo científico do Labjor/Unicamp

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