Urgente: CNPEM contrata Analista de Comunicação

Jornalismo Científico, Divulgação Científica, LNBio, VagasAssessoria de Comunicação com atividades principais no LNBio, redação de matérias em português e inglês, contato com imprensa, redação de documentos e outras publicações, acompanhamento de visitas, atualização de conteúdos nos sites, atualização de conteúdos em redes sociais,organização de eventos, acompanhamento de eventos e participação em Congressos, Workshop, feiras, etc.

Requisitos:

- Formação superior em Jornalismo;

- Desejável Curso de especialização em jornalismo científico;

- Conhecimentos específicos em Pacote Office, internet, redes sociais, intranet, atualização de conteúdo nos sites;

- Inglês avançado.

Interessados, por favor, enviar currículo para: comunica2611@abtlus.org.br

Até 29.02.2012: Fundect seleciona bolsistas para implantação de Programa de Jornalismo Científico

Publicado no Diário Oficial do Estado hoje, a Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) está convidando profissionais de jornalismo, publicidade e propaganda e ainda estudantes de multimídia e de tecnologia a se candidatarem para obtenção de bolsa no Programa de Jornalismo Científico e de Popularização da Ciência no Estado de Mato Grosso do Sul – Mídia Ciência.

O edital, na página 12, tem o objetivo de despertar e desenvolver vocações na área da difusão científica a partir do envolvimento de pesquisadores, profissionais e estudantes na geração de produtos de comunicação científica de qualquer natureza (textos, eventos, reportagens, programas e outros), veiculados por diferentes mídias de comunicação.No total, sete profissionais serão selecionados para a implantação do programa sendo um coordenador formado em jornalismo, dois jornalistas, um publicitário, além de um estudante de jornalismo, de TV, vídeo ou fotografia e de tecnologia. Os pré-requisitos e condições para o perfil a fim de preencher as vagas estão publicados no Diário Oficial.

Mais informações estão disponíveis no portal da Fundect (www.fundect.ms.gov.br) ou em sua sede à Rua São Paulo, n. 1436, Vila Célia, Campo Grande/MS. O telefone de contato é 3316-6700 e o e-mail secretaria@fundect.ms.gov.br.

@ http://www.noticias.ms.gov.br/index.php?templat=vis&site=136&id_comp=1068&id_reg=164066&voltar=home&site_reg=136&id_comp_orig=1068

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Storify, uma ferramenta inovadora para furar “bloqueios midiáticos” na cobertura de movimentos sociais

O Storify, plataforma de agregação cujo objetivo é ajudar os “usuários a contar histórias por meio da compilação de conteúdos das redes sociais”, se tornou uma ferramenta importante na cobertura do movimento “Ocupe Wall Street”.

Como destaca o Poynter, as misturas de conteúdo das redes sociais feitas pelo Storify são uma maneira inovadora e popular de cobrir os movimentos sociais e as notícias de última hora.

Durante o chamado “bloqueio mídiático” na desocupação do Parque Zuccotti, em Nova York, em 14 de novembro, por exemplo, o Storify e o jornalismo cidadão foram as principais fontes de informação, segundo o ReadWriteWeb.

Leia mais em http://knightcenter.utexas.edu/pt-br/node/8198

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Neutrinos: Still faster than light

IN SEPTEMBER a furore erupted among physicists after it emerged that neutrinos—diaphanous particles which pervade the universe but rarely interact with anything—appear to be travelling faster than light. Since neutrinos are thought to have mass, and since Albert Einstein’s special theory of relativity posits that accelerating any non-zero mass to the speed of light requires infinite energy, this implied that Einstein was not quite right. Either that, or the researchers who sent their neutrinos from CERN (Europe’s, and the world’s, main particle-physics facility, outside Geneva) 730km through the Earth’s crust, to a huge detector sitting under the mountain of Gran Sasso in Italy’s Apennines, made a mistake.

Now, relativity is looking, if anything, slightly shakier still. The Italian Institute for Nuclear Physics (INFN), which runs the Gran Sasso lab, has just confirmed the earlier result based on a re-examination of the old data. Crucially, it also replicated the finding with an all-new batch of neutrinos. The paper outlining the latest research has been posted on arXiv, an online database, and submitted to the Journal of High Energy Physics.

By tweaking the CERN neutrino beam, the OPERA collaboration behind the experiment has been able to remove one possible source of error raised by physicists after the initial announcement. The old beam was created by smashing long bunches of protons into a target to produce neutrinos, which would then travel on to Gran Sasso. The problem was that these bunches were serveral orders of magnitude longer than the 60 nanoseconds by which the neutrinos overtook light on their journey. In other words, if a neutrino struck the OPERA detector and was thought to come from the tail of the proton beam, but actually came from its head, it would not be travelling faster than light even though the measurement would suggest that it was.

@ http://www.economist.com/blogs/babbage/2011/11/neutrinos

Vacina contra o câncer: Protozoário da doença de Chagas é usado na luta contra tumores

fiocruz_vacina_câncer_FABIO_MOTTA_aeMariana Lenharo – Jornal da Tarde
SÃO PAULO – O protozoário Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas, pode ser a nova arma da medicina contra o câncer. Pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma vacina contra a doença usando uma variação do micro-organismo incapaz de desencadear a patologia (não-patogênico). Os resultados da pesquisa acabam de ser publicados pela revista científica americana PNAS, uma das mais importantes do mundo.

No artigo, os brasileiros relatam sucesso em experimentos com camundongos para prevenção e tratamento de melanoma, um tipo de câncer de pele. Além disso, os cientistas testaram o Trypanosoma em células humanas in vitro e comprovaram sua capacidade de provocar respostas imunológicas adequadas contra alguns tipos de tumor.

O estudo reuniu cientistas do Centro de Pesquisas René Rachou (CPQRR-Fiocruz), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Ludwig, em Nova York. Para analisar a ação do protozoário, os brasileiros realizaram uma modificação genética, criando um microrganismo capaz de produzir a mesma molécula fabricada por células tumorais: o antígeno NY-ESO-1.

O mecanismo que explica a ação do Trypanosoma é o seguinte: quando o organismo inicia o combate ao protozoário, entra em contato com a molécula tumoral, que passa a ser vista pelo sistema imune como indicador de células com o protozoário. Induzidas, as defesas do organismo passam a destruir as células com a molécula tumoral como se lutassem apenas contra o Trypanosoma.

(…)
Continue lendo em http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,brasil-testa-vacina-contra-o-cancer,801465,0.htm

Museu da Vida Fiocruz (paralelas/jornalismo científico/enio rodrigo)

Lançamentos de livro e site resgatam a história da divulgação científica brasileira

Suplemento dominical de ciência publicado no Jornal do Commercio entre 1958 e 1962 é tema de livro. O site Brasiliana faz um percurso histórico na divulgação científica brasileira e traz base de dissertações e teses defendidas na área.

O lançamento do livro Um gesto ameno para acordar o país – A ciência no Jornal do Commercio (1958-1962) é o ponto de partida para um evento que visa resgatar a história da divulgação científica no Brasil. A publicação traz a história da (pouco conhecida) seção dominical de ciência do jornal carioca criada em 1958. De sua equipe, participou o então jovem estudante Leopoldo de Meis, hoje renomado cientista da UFRJ. Organizada pelo próprio Leopoldo juntamente com as jornalistas Luisa Massarani e Claudia Jurberg, a publicação traz um DVD com todos os exemplares da seção localizados.

O evento contará com uma mesa-redonda integrada por Ildeu de Castro Moreira (Instituto de Física da UFRJ), Bernardo Esteves (jornalista da Revista Piauí) e o próprio Leopoldo de Meis. O bate-papo é coordenado por Luisa Massarani (Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz).

No mesmo evento, será lançado o site “Brasiliana”, que busca reconstruir a história da divulgação científica no Brasil e reunir as diversas iniciativas empreendidas nesse campo desde o século 19 até os dias de hoje. O site traz, ainda, uma base de dissertações e teses defendidas no país na área de divulgação científica. O projeto é uma parceria entre Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, UFRJ e UFMG, apoiada pelo CNPq. A página poderá ser acessada pelo link http://www.museudavida.fiocruz.br/brasiliana.

Museu da Vida Fiocruz (paralelas/jornalismo científico/enio rodrigo)

O lançamento duplo ocorre no dia 22 de novembro às 17h, na Casa da Ciência. O local do evento fica na Rua Lauro Müller, 3 – Botafogo – Rio de Janeiro.

com informações de Luanda Lima

Núcleo de Estudos da Divulgação Científica/Museu da Vida/COC/Fiocru

(21) 3865-2113

O fim do futuro: ciência, pesquisa e inovação

O fim do futuro

Por Peter Thiel, da National Review*

A desaceleração do ritmo de inovação e a estagnação econômica indicam que tudo parece estar dado errado. Como reverter o cenário: em primeiro lugar, assumindo que vivemos num deserto.

Um. A civilização ocidental moderna se sustenta sobre os pedestais gêmeos da ciência e da tecnologia. Juntos, esses dois campos nos asseguram que a história de progresso ininterrupto do século 19 segue intacta. Sem eles, os argumentos de que vivemos uma decadência cultural – desde o colapso da arte e da literatura após 1945 ao totalitarismo do politicamente correto e aos mundos sórdidos dos reality shows – ganhariam muito mais força.

Os liberais afirmam que ciência e tecnologia continuam saudáveis. Os conservadores às vezes dizem que elas são falsas utopias; mas os dois lados concordam que o firme desenvolvimento e aplicação das ciências naturais deve continuar.

Leia mais em LINK/Estadão

popular science (post: enio rodrigo)

Visualizando os temas populares em ciência na Popular Science

Os temas de ciência e tecnlogia mais populares da Popular Science (que tem 138 anos de existência, que há pouco descobri ter uma versão brasileira desde o mês passado ou algo assim).

Infográfico em tamanho grande:
http://www.flickr.com/photos/blprnt/6281316931/sizes/l/in/photostream/

http://www.popularsciencebrasil.com.br/

Update: lançada, no Brasil,  em Setembro/2011 pela Editora Alto Astral

Visualization of the Week: 138 Years of Popular Science

http://radar.oreilly.com/2011/11/visualization-popular-science-archive.html

Jer Thorp (@blprnt), the data artist in-residence for The New York Times, was recently asked by Popular Science to create a visualization that represents the magazine’s 138-year archive. In a blog post, Thorp describes his process and the eventual outcome: a visualization that “is anchored by a kind of molecular chain.”
The chain is surrounded by a word-frequency histogram that depicts usage issue by issue. The changing usage and vocabulary, no surprise, highlights the changing technology itself. For example, “microcomputer” gave way to “email.”

Thorp writes:

Picking out interesting words from all of the available choices (pretty much the entire dictionary) was a tricky part of the process. I built a custom tool in Processing that pre-visualized the frequency plots of each word so that I could go through many, many possibilities and identify the ones that would be interesting to include in the final graphic. This is a really common approach for me to take — building small tools during the process of a project that help me solve specific problems. For this visualization, I actually ended up writing 4 tools in Processing — only one of which contributed visually to the final result.

Embrapa, CNPq e UE debatem jornalismo científico e popularização da ciência

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) promovem, com o apoio da União Europeia (UE), o 4º Encontro de Mídia e Ciência no dia 29 de novembro de 2011, de 8 às 17 horas no Auditório José Irineu Cabral (Edifício Sede da Embrapa – Parque Estação Biológica, final Av. W3 Norte). O evento, voltado a jornalistas, cientistas e estudantes de comunicação, tem como objetivo discutir o estágio atual da divulgação científica no Brasil e a sua importância para a popularização da ciência.

Para isso, vai reunir profissionais de diferentes segmentos relacionados à divulgação da ciência no Brasil, incluindo representantes de grandes veículos de comunicação, de veículos especializados, do setor acadêmico e de assessorias de imprensa, entre outros. A ideia é promover a troca de experiências a partir das diferentes visões que esses profissionais possuem sobre a divulgação científica no país.

O evento vai apresentar também o panorama atual do jornalismo científico e da divulgação da ciência na Espanha com a palestra do Conselheiro de Ciência, Tecnologia e Inovação — delegação da União Europeia no Brasil, Angel Landabaso.

PROGRAMA REÚNE PALESTRAS E SESSÕES TEMÁTICAS

A programação do 4º Encontro de Mídia e Ciência será aberta com palestras do Diretor-Presidente da Embrapa, Pedro Arraes, e do Presidente do CNPq, Glaucius Oliva.

A parte da manhã continua com palestras da Editora de Ciência do Jornal O Globo, Ana Lúcia Azevedo, e do Conselheiro da União Europeia.

A tarde será dedicada a sessões temáticas sobre temas relacionados à divulgação científica no Brasil, como: o jornalismo científico no Brasil; as novas ferramentas de comunicação; assessoria de Imprensa e jornalismo científico e a mídia e o espaço para divulgação científica. Essas sessões contarão com a exposição de profissionais de mídia, assessorias de imprensa e universidades.

Segundo Ubirajara Jr., Chefe da Assessoria de Comunicação Social do CNPq, o evento será uma oportunidade para que profissionais de mídia e ciência do Brasil e do exterior discutam os rumos para o jornalismo científico. “Na verdade, essa já é a quarta edição do Encontro promovido pela Embrapa e eu tive a satisfação de participar de todos”, ressalta Ubirajara, lembrando que este ano o Encontro tem ainda outra característica especial: a comemoração dos 60 anos do CNPq.

 

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: midiaeciencia@cnpq.br.

Inscrições no site do evento.

PROYECTO IBEROAMERICANO DE DIVULGACIÓN CIENTÍFICA


Seminario Virtual sobre Comunicación de la Ciencia
15 de marzo al 30 de abril de 2011
Inscripción abierta

jornalismo científicoEn este seminario se hace un recorrido por los principales aspectos asociados a la comunicación y comprensión pública de la ciencia y la tecnología como campo de prácticas profesionales y espacio de análisis y producción académica.
La idea central consiste en exponer las formas en que la ciencia ha sido comunicada a la sociedad durante los últimos cuatro sglos y cómo la información científica se fue incorporando (con sus aspectos conflictivos) a la esfera de la cultura.
Se expondrá -cuando corresponda- además de las tendencias generadas a nivel mundial, una reflexión sobre la perspectiva iberoamericana.

Metodología

Los seminarios utilizan materiales didácticos de la OEI utilizados en diversos cursos virtuales. En cada seminario se habilitarán foros de discusión en los cuales los participantes podrán debatir sobre temas propuestos por el tutor y plantear sus apreciaciones con relación al material didáctico presentado o cualquier duda relacionada con el mismo. La participación activa en estos foros será uno de los criterios de evaluación general del seminario. Adicionalmente, al final de cada seminario se tendrán que realizar unos ejercicios de evaluación, de carácter obligatorio, sobre aspectos relacionados con el tema analizado.

Dicha evaluación se realizará en la última semana antes de finalizar el seminario. Se pretende tan sólo comprobar que efectivamente se han leído y asimilado los materiales, y que se ha trabajado y participado activamente en el seminario.

Objetivos

1. Presentar un recorrido histórico sobre las condiciones y posterior desarrollo de la divulgación científica, así como de las prácticas del periodismo científico.

2. Analizar las principales reflexiones de los divulgadores y los propios científicos sobre los problemas neurálgicos y modelos d comunicación de la ciencia.

3. Exponer el desafío político de la comunicación de la ciencia circunscrito en el horizonte más amplio de los debates en torno ala comprensión y la cultura científica de la sociedad.

4. Brindar a los estudiantes herramientas de análisis para pensar el papel de la comunicación de la ciencia y la tecnología en la sociedades contemporáneas.

5. Ejercitar entre los estudiantes la lectura y la mirada crítica sobre los textos de periodismo y divulgación científica en geneal.

Fechas

Del 15 de marzo al 30 de abril de 2011

Horas:

40

Requisitos tecnológicos

Tener acceso al uso de un PC o Mac conectado a Internet.
Aunque no es indispensable, se recomienda el uso de un equipo con las siguientes características mínimas:
Tener acceso al uso de un PC o Mac conectado a Internet. Aunque no es indispensable, se recomienda el uso de un equipo con las siguientes características mínimas:

* Procesador Pentium IV o superior.
* Memoria RAM de 32Mb.
* Dispositivo gráfico SVGA.
* Disco duro con capacidad disponible de 100Mb.
* Módem 28.800 Mbds.
* Navegador: Internet Explorer 8.0 ó superiores; Mozilla 1.0 o superiores.

Precio:

200 euros

Matrícula:

La documentación que deberá entregarse es la siguiente:

1. Formulario de matrícula (descargar)

2. Fotocopia del DNI o Pasaporte.

Esta documentación debeá remitirse antes del 1 de marzo al correo seminario6@caeu.org

Una vez aceptada la matrícula se le informará del sistema de pago que deberá efectuarse antes del 5 de marzo.

Becas:

Existe un Programa de becas que cubre el 50% de la matrícula. Podrán optar a las becas los profesores de los países iberoamericanos de cualquier nivel educativo teniendo preferencia los que trabajan en el sector público.

Para presentar su candidatura al Programa de Becas deberán cumplir los siguientes requisitos:

1. Formulario de matrícula (descargar)

2. Carta aval del Centro Educativo en el que presta sus servicios (ver modelo)

3. Carta en la que exprese tanto los motivos para realizar el Seminario .

La documentación deberás ser remitida al buzón seminario6b@caeu.org antes del 15 de febrero.

De entre las candidaturas recibidas se seleccionará un máximo de 15 beneficiarios.

Selección y comunicación

La resolución de la convocatoria de becas se comunicará por correo electrónico a los solicitantes seleccionados y se publicará en la página web del seminario antes del 25 de febrero.

Las personas seleccionadas deberán confirmar la aceptación de la beca por correo electrónico durante los 5 días naturales posteriores a la fecha de publicación de la resolución de la convocatoria. De lo contrario, la beca será asignada a la persona que corresponda de la lista de reserva elaborada por la comisión evaluadora, según los criterios establecidos por la misma.

En caso de no aceptación o renuncia se asignará la beca a la persona que corresponda de la lista de reserva.

Cuando se formalice la matrícula de beca, la persona beneficiada deberá firmar una carta de aceptación en la que se compromete a llevar al día el Curso y abonar los 125 euros que corresponden a la matrícula reducida.

Profesorado

Equipo Docente: Carmelo Polino, Noemí Sanz Merino y José Antonio López Cerezo

Administrador del Curso

Óscar Macías

Certificación

Se entregará una certificación por parte del Centro de Altos Estudios Universitarios de la OEI

Nota:

La OEI podrá anular esta convocatoria en el caso de no tener un mínimo de 20 participantes.

Cresce número de interessados em discutir a popularização da ciência

Com o tema a “Profissionalização do trabalho de divulgação científica”, a 12ª Reunião Bienal da Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-POP), que acontece no Brasil, na Unicamp, de 29 de maio a 2 de junho de 2011, supera em mais de 60% o número de submissões e aprovações de trabalhos em relação à edição anterior. Ao todo, serão 10 oficinas, 8 minicursos, 165 pôsteres digitais e 175 comunicações orais, além das conferências magnas com renomados convidados nacionais e internacionais.
“O aumento indica a consolidação do encontro e a importância do tema. Trata-se de um evento de impacto internacional”, comentou a diretora-associada do Museu Exploratório de Ciências (MC) da Unicamp, Cristina Meneguello. Assim como o MC, os museus de ciência do Brasil estão entre as principais instituições do país a atuar no ramo da divulgação científica, desdobrando o conhecimento científico e tecnológico para o público em geral.

A reunião bienal da Red-POP destaca-se por aceitar tanto trabalhos de pesquisa, de caráter acadêmico, quanto de profissionais interessados em relatar suas experiências junto a museus, centros de ciência e divulgação científica, facilitando a troca de informações entre os especialistas do setor e o fortalecimento de suas ações. Cinco eixos temáticos vão nortear a 12ª Reunião, em maio: Educação não-formal em ciências; Jornalismo científico; Programas e materiais para museus de ciências: materiais e práticas concretas; Museografia e museologia científica; e Público, impacto e avaliação dos programas.

Concurso de Vídeos - Minuto CientíficoNa 12ª Edição que ocorre na Unicamp, novidades incrementarão o evento, dentre elas a apresentação dos pôsteres em formato digital e o concurso de vídeo Minuto Científico, com júri especial e premiação. As inscrições para participar da 12ª Reunião Bienal já estão abertas e o pagamento com desconto acontece até o dia 25 de janeiro. Membros da Red-POP pagam 105 dólares, não-membros, 155 e estudantes, 22. Após essa data, os valores sofrerão reajustes.

Sobre a Red-POP
A Red-POP é uma rede interativa que reúne instituições e programas de popularização da ciência e tecnologia na América Latina e no Caribe. A rede opera através de mecanismos regionais de cooperação, promovendo o intercâmbio, a formação e a utilização de recursos entre seus membros. Atualmente, a instituição abrange 12 países.

A 12ª Reunião é destinada a profissionais e pesquisadores acadêmicos, atuantes em divulgação e popularização científica. O objetivo é propiciar a troca de experiências e de resultados práticos entre os participantes. Além de divulgar pesquisas relevantes do setor, a Reunião propõe reflexões e inovações e expõe problemáticas relacionadas à área.

por Camila Delmondes no Portal da Unicamp

Pós-graduação na Fiocruz em divulgação da ciência da tecnologia e da saúde inscreve para 2011

Está aberta até 10 de fevereiro de 2011 a inscrição para o Curso de Pós-graduação Lato Sensu em Divulgação da Ciência, da Tecnologia e da Saúde, voltado a museólogos, comunicadores, jornalistas, cientistas, educadores, sociólogos, cenógrafos, produtores culturais, professores de ciências e demais profissionais que atuem na área, seja no meio acadêmico ou prático. O valor da inscrição é R$ 50

Destinada à formação de especialistas que possam acompanhar a demanda de mediação de assuntos relativos à ciência e tecnologia e ao conjunto da sociedade, tanto no campo profissional prático como no de pesquisa científica, ocurso tem aulas ao longo de todo o ano – com início previsto para 28 de março de 2011 – na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Manguinhos, no Rio de Janeiro, e eventualmente em outras instituições participantes.

Em sua terceira turma, o curso de especialização é resultado da colaboração entre o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCT), Museu da Vida da Fiocruz, Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj).

Tem também com o apoio do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), da Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-Pop) e da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC).

Para obter informações: (21) 3865-2234.

This is a news website article about a scientific paper

Martin Robbins

The Guardian

In the standfirst I will make a fairly obvious pun about the subject matter before posing an inane question I have no intention of really answering: is this an important scientific finding?
This is a news website article about a scientific paper

Science Process Diagram (clique para ampliar)

In this paragraph I will state the main claim that the research makes, making appropriate use of “scare quotes” to ensure that it’s clear that I have no opinion about this research whatsoever.

In this paragraph I will briefly (because no paragraph should be more than one line) state which existing scientific ideas this new research “challenges”.

If the research is about a potential cure, or a solution to a problem, this paragraph will describe how it will raise hopes for a group of sufferers or victims.

This paragraph elaborates on the claim, adding weasel-words like “the scientists say” to shift responsibility for establishing the likely truth or accuracy of the research findings on to absolutely anybody else but me, the journalist.

In this paragraph I will state in which journal the research will be published. I won’t provide a link because either a) the concept of adding links to web pages is alien to the editors, b) I can’t be bothered, or c) the journal inexplicably set the embargo on the press release to expire before the paper was actually published.

“Basically, this is a brief soundbite,” the scientist will say, from a department and university that I will give brief credit to. “The existing science is a bit dodgy, whereas my conclusion seems bang on” she or he will continue.

I will then briefly state how many years the scientist spent leading the study, to reinforce the fact that this is a serious study and worthy of being published by the BBC the website.

This is a sub-heading that gives the impression I am about to add useful context.

Here I will state that whatever was being researched was first discovered in some year, presenting a vague timeline in a token gesture toward establishing context for the reader.

To pad out this section I will include a variety of inane facts about the subject of the research that I gathered by Googling the topic and reading the Wikipedia article that appeared as the first link.

I will preface them with “it is believed” or “scientists think” to avoid giving the impression of passing any sort of personal judgement on even the most inane facts.

This fragment will be put on its own line for no obvious reason.

In this paragraph I will reference or quote some minor celebrity, historical figure, eccentric, or a group of sufferers; because my editors are ideologically committed to the idea that all news stories need a “human interest”, and I’m not convinced that the scientists are interesting enough.

At this point I will include a picture, because our search engine optimisation experts have determined that humans are incapable of reading more than 400 words without one.

This subheading hints at controversy with a curt phrase and a question mark?

This paragraph will explain that while some scientists believe one thing to be true, other people believe another, different thing to be true.

In this paragraph I will provide balance with a quote from another scientist in the field. Since I picked their name at random from a Google search, and since the research probably hasn’t even been published yet for them to see it, their response to my e-mail will be bland and non-committal.

“The research is useful”, they will say, “and gives us new information. However, we need more research before we can say if the conclusions are correct, so I would advise caution for now.”

If the subject is politically sensitive this paragraph will contain quotes from some fringe special interest group of people who, though having no apparent understanding of the subject, help to give the impression that genuine public “controversy” exists.

This paragraph will provide more comments from the author restating their beliefs about the research by basically repeating the same stuff they said in the earlier quotes but with slightly different words. They won’t address any of the criticisms above because I only had time to send out one round of e-mails.

This paragraph contained useful information or context, but was removed by the sub-editor to keep the article within an arbitrary word limit in case the internet runs out of space.

The final paragraph will state that some part of the result is still ambiguous, and that research will continue.

Related Links:

The Journal (not the actual paper, we don’t link to papers) [http://www.answersingenesis.org/arj]

The University Home Page (finding the researcher’s page would be too much effort). [http://www.wbschool.org/]

Unrelated story from 2007 matched by keyword analysis. [http://www.youtube.com/watch?v=ZOU8GIRUd_g]

Special interest group linked to for balance [http://www.jabs.org.uk]

Ciência Web realiza 1º Seminário de Difusão Científica e Educacional

Evento terá uma programação composta por palestras, mesas-redondas e workshops direcionados a professores, jornalistas e estudantes das áreas de Educação e Comunicação.

Nos dias 17, 18 e 19 de agosto, o Centro de Divulgação Cultural e Científica – CDCC da USP de São Carlos irá receber o 1o Seminário do Ciência Web – Agência Multimídia de Difusão Científica e Educacional vinculada ao Instituto de Estudos Avançados – IEA e mantida por meio de convênios com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Manter a leitura →

Via Agência Ciência Web

Governo lança padrão brasileiro de redação para a web

O Ministério do Planejamento (Governo Eletrônico) lançou a Cartilha de Redação Web, com o padrão brasileiro de redação para web. O material foi elaborado pelo jornalista Bruno Rodrigues, que trabalhou por um ano e meio no projeto.

A cartilha está disponível aos internautas e pode ser baixada gratuitamente. (http://www.governoeletronico.gov.br/biblioteca/arquivos/padroes-brasil-e-gov-cartilha-de-redacao-web)

O livro aborda várias questões de texto na internet, como uso de títulos, links, redes sociais, recursos multimídia, usabilidade, entre outros.

Rodrigues explica que a cartilha não determina regras, mas faz sugestões. “Não é um padrão, mas é um norte para orientar quem não entende de redação online”, afirma.

O material foi avaliado pelo Governo Eletrônico, passou por uma consulta pública de 30 dias e recebeu sugestões da sociedade. “Não foi algo que o governo definiu e pronto. Eles colocaram no site e ficou aberto para sugestões. Recebemos muitas ideias de órgãos públicos e de cidadãos comuns”.

A cartilha deve ser adotada pelas instituições públicas brasileiras. O jornalista irá apresentar o material a 260 órgãos do governo em uma reunião em Brasília.

por: Izabela Vasconcelos